Album Reviews
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Re: Album Reviews
Boa review!
Ainda nao ouvi o album , mas vou tratar disso .
Ainda nao ouvi o album , mas vou tratar disso .

Maggot- Guitar Hero
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Re: Album Reviews
Desculpem a demora, ando mesmo sem tempo para as minhas cenas. Este mês veio uma edição extra sobre o gig de Altar of Plagues. Ainda este mês deverei apresentar aqui a review do "Skandinavisk Misantropi" de Skitliv. Podeis ler a review do concerto aqui ou aqui no blog. Força:

A noite de sexta foi uma grande noite( 13 de Novembro). Para quem já ansiava por este concerto há umas belas semanas, foi a libertação de um acumulado de muitas emoções numa Junta de Freguesia. Cheguei lá cedo demais ou tarde demais? Sei que eram 20:10 e ainda estava eu a fumar o meu cigarrinho à espera que começasse a vir gente. Aparte disso: Utopium a abrir as hostilidades e acho que fizeram um óptimo trabalho. A equalização do som estava óptima, algo que não se iria repetir nas actuações das próximas bandas. Tocam um Grind/Death que achei ser um pouco Sludgy nuns certos momentos o que me fez mesmo ficar into Utopium.
De seguida, os Japanische Kampfhorspiele (?) que no início estiveram muito bem, com um som muito porreiro e uma dança bastante cómica de Bony Wolf que trouxe bom humor e umas gargalhadas por parte do publico. Infelizmente, este bom humor viria a esmorecer durante a actuação assim como a energia em palco. Creio que a setlist foi mal pensada, a voz de Martin Freund estava baixa demais e a boa disposição durou pouco.
Por fim, subiriam ao palco os que para mim seriam dos reis da noite de ontem, Altar of Plagues que foi a banda que me fez optar pela sexta-feira e primeiro dia do BEF. Continuo a achar que não há palavras que descrevam a 100% o que é a música destes rapazes. Tocam música para deambular, se é que me entendem. Fazem música etérea para proporcionar momentos etéreos e etéreos foram os 40 minutos que tiveram para fazer uma sala muito melhor composta que anteriormente, regozijar das melodias destes irlandeses.
Obrigado pela t-shirt grátis do SWR, pelos preços baixinhos, pois ainda deu para comprar o "Sol" de AoP e uma tape de Elizabetha.
Até para o ano.
Nota: 8,9/10
Review: C.A.


Cataclysmic Abyss- Guitarrista dedicado
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Re: Album Reviews
gostei da review abyss mas acho que consegues fazer muito melhor man!se bem que não e uma review dum álbum mas a tua ultima review antes desta estava muito mais brutal.
anyway,que venha a próxima
anyway,que venha a próxima


Rod- Guitar GOD
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Re: Album Reviews
Claro Rodrigo. Não dei largas à imaginação mesmo porque um concerto numa sala como Panoias é algo mundano. Apenas a situação com Altar of Plagues é que foi transcendente. Além de que isto foi apenas um extra do mês. Espero que gostes do que aí vem 

Cataclysmic Abyss- Guitarrista dedicado
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Re: Album Reviews
epá eu confio nos teus dotes literários por isso espero que venha um bom trabalho meu rapaz 

Rod- Guitar GOD
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Re: Album Reviews
entao isto ja morreu? para ressuscitar o tópico 2's reviews feitas por mim e que podem ver no meu bog também
Megadeth-Endgame

Endgame é o 19º álbum da banda e já a algum tempo que chegou às lojas, mas como para mim foi um dos álbuns que marcou 2009 decidi fazer uma review para esmiuçar (que agora está na moda usar esta palavra) o trabalho de Dave Mustaine e companhia.
Há que realçar a facilidade com que a banda edita novos trabalhos havendo mais ou menos o intervalo de 1 ano de álbum para álbum ou até alguns meses. Mas não é disso que vou falar (ou escrever).
Endgame sucede a United Abominations e enquadra-se na fase pós-acidente que quase ia acabando com a carreira artística de um dos maiores génios do Metal, mais propriamente do Thrash Metal. E apesar de já ter sido criado debaixo da presidência Obama, parece que as questões políticas continuam a marcar presença no quotidiano literário dos Megadeth.
Musicalmente, o quarteto norte-americano não surpreende nem desilude. Igual a si próprio, destila um punhado de temas, quase todos relativamente curtos, rápidos, pesados, verdadeiramente “thrashados”, à boa maneira que os Megadeth nos habituaram e com momentos para todos os gostos. Isto é, se em determinados momentos parece que os Megadeth vão regressar, definitivamente, ao seu passado memorável, noutros é à sua fase menos produtiva que vão beber influências. E na ausência de grandes malhas, daquelas imortais que o colectivo já conseguiu escrever, quem sobressai é o trabalho das guitarras, quer ao nível rítmico (com o guitarrista Christopher Broderick que substitui Glen Drover que saiu da banda para se concentrar mais na família) quer ao nível dos duelos em solos monstruosos! Então o final de “1,320”’ é verdadeiramente assombroso! The Hardest Part Of Letting Go… Sealed With A Kiss (mantendo a velha tradição de um titulo com reticências) é a balada (ou semi-balada) do álbum e também ela a recordar os momentos áureos do Thrash Metal, lá por volta dos anos 80. Trata-se de um momento de pura sensibilidade e muito bem criado estranhamente circundado por um rodopio quase ciclónico de riffs desenfreados. Curiosamente, a partir desta balada, o ritmo abranda até ao final mas acentua-se o peso que chega a atingir proporções claustrofóbicas. Apesar de ser um álbum que agrada fica sempre a sensação que o colectivo fica muito aquém do que já fez, mas mesmo assim um dos melhores álbuns de Megadeth e até do ano de 2009 que está quase no fim!
Nota: 9,8/10
VER AQUI!
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Chickenfoot-Chickenfoot

Mais um álbum que marcou 2009, desta vez no mundo do Hardrock, por isso não podia deixar passar o ano sem fazer uma review deste magnífico trabalho.
Chickenfoot (pés de galinha) é o termo que define uma banda de “Super-músicos”. A banda é formada pelo vocalista Sammy Hagar (ex-Van Halen e Montrose), o baixista Michaek Anthony (também ex-Van Halen), o guitarrista Joe Satriani e o baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers).
A alcunha “super-banda” assenta como uma luva em Chickenfoot, tanto pelos nomes envolvidos quanto pela imensa expectativa que o grupo gerou, afinal estamos a falar de quatro senhores da história do rock. Este CD girou vezes sem conta na minha aparelhagem e esmiucei bem as onze faixas de Chickenfoot, que trazem uma mistura de Hardrock californiano com AOR, um som maduro e muito bem construído, e sem tantos detalhes instrumentais como seria de se supor.
O disco abre lá em cima, com a ensolarada "Avenida Resolution", repleta de groove e alto astral, além de um bom solo de Satriani.
A faixa seguinte, "Soap on a Rope", traz um bom riff e um pouco de funk para o inicio, fazendo lembrar, e muito, o que Sammy fazia nos seus velhos tempos de Van Halen, o que, para mim, é motivo de alegria. Satriani voa tranquilo na sua guitarra e dá um “tempero” extra à composição. Destaque também para Michael Anthony e Chad Smith nesta faixa, segurando a estrutura da canção de maneira exemplar. Há que mencionar também o interessante timbre utilizado por Joe Satriani no solo de "Soap on a Rope", muito agradável, enquanto o solo propriamente dito é curto e certeiro, inserindo-se perfeitamente na canção.
A seguir vem uma das melhores faixas do CD. "Sexy Little Thing" é uma malha de Hardrock fenomenal, com óptimas linhas vocais de Sammy Hagar, alternadas com riffs de Satriani, tudo embalado numa faixa que desafia qualquer um a ficar estupefacto com tal monstruosidad. O refrão desta faixa também é sensacional, um dos melhores do disco.
O nivel mantém-se lá em cima com a faixa seguinte, que foi justamente o primeiro single revelado pelos Chickenfoot. "Oh Yeah" é uma grande malha repleta de groove, cantada com extrema classe e competência por Sammy Hagar e com um refrão para lá de brilhante, daqueles que uma pessoa fica a espera para cantar nos concertos. Grande faixa, uma das melhores do disco!
O Hardrock bate mesmo lá em cima em "Get it Up", uma das faixas mais pesadas, com um andamento mais mexido e muito interessante. "Down the Train", menos “forte” e com uma estrutura mais solta feita à medida para Joe Satriani alçar vôos infinitos, deve ser um dos grandes destaques nos concertos. "My Kinda Girl" é outra com a energia lá em cima e um refrão muito porreiro. Destaque para os backing vocals de Michael Anthony.
A balada "Learning to Fall" mostra bem a veia AOR dos Chickenfoot, e, pessoalmente, não me agradou muito, pois achei que a música tem um refrão muito “lamechas”. Mesmo assim, merecem atenção os backings de Anthony, mais uma vez muito bons, assim como Sammy, que mostra o porquê de ser considerado, por muitos, uma das grandes vozes do Hardrock.
"Turnin´ Left" é a minha favorita. Ao princípio parece uma faixa saída de um álbum solo de Satriani, e logo de seguida óptimas linhas vocais onde Hagar canta acompanhado por Anthony, enquanto Joe executa uma base que é puro groove. Muito boa, uma faixa empolgante, com certeza uma das melhores do disco, para mim a melhor. Meta o volume no máximo e prepare-se para curtir à brava!
Fechando o álbum temos a contemplativa "Future in the Past", essa sim uma grande balada, que, ao contrário de "Learning to Fall", não apela para melodias fáceis e populares, alternando-se entre os vocais muito bem encaixados por Sammy e uma base repleta de malícia de Satriani, fechando o disco em grande estilo.
Concluindo, esta estreia dos Chickenfoot mostra-se muito acima da média de outros álbuns de estreia, e é muito bem vinda no cenário actual da música, principalmente no Hardrock. Sammy Hagar mostra que ainda é um cantor fenomenal; Joe Satriani demonstra que pode sim, e deve, fazer parte de uma banda, onde o seu talento único na guitarra conspira a favor das composições e não em inúteis exercícios que só agradam o próprio umbigo; Michael Anthony, discreto mas seguro, demonstra que não é preciso reinventar a roda para se destacar em seu instrumento, ainda mais acompanhando figuras tão cheias de brilho próprio como Hagar e Satriani; e Chad Smith demonstra, de uma vez por todas, que é um grande baterista, tocando de uma maneira totalmente diferente da que faz nos Red Hot Chili Peppers.
Nota: 10/10
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Megadeth-Endgame

Endgame é o 19º álbum da banda e já a algum tempo que chegou às lojas, mas como para mim foi um dos álbuns que marcou 2009 decidi fazer uma review para esmiuçar (que agora está na moda usar esta palavra) o trabalho de Dave Mustaine e companhia.
Há que realçar a facilidade com que a banda edita novos trabalhos havendo mais ou menos o intervalo de 1 ano de álbum para álbum ou até alguns meses. Mas não é disso que vou falar (ou escrever).
Endgame sucede a United Abominations e enquadra-se na fase pós-acidente que quase ia acabando com a carreira artística de um dos maiores génios do Metal, mais propriamente do Thrash Metal. E apesar de já ter sido criado debaixo da presidência Obama, parece que as questões políticas continuam a marcar presença no quotidiano literário dos Megadeth.
Musicalmente, o quarteto norte-americano não surpreende nem desilude. Igual a si próprio, destila um punhado de temas, quase todos relativamente curtos, rápidos, pesados, verdadeiramente “thrashados”, à boa maneira que os Megadeth nos habituaram e com momentos para todos os gostos. Isto é, se em determinados momentos parece que os Megadeth vão regressar, definitivamente, ao seu passado memorável, noutros é à sua fase menos produtiva que vão beber influências. E na ausência de grandes malhas, daquelas imortais que o colectivo já conseguiu escrever, quem sobressai é o trabalho das guitarras, quer ao nível rítmico (com o guitarrista Christopher Broderick que substitui Glen Drover que saiu da banda para se concentrar mais na família) quer ao nível dos duelos em solos monstruosos! Então o final de “1,320”’ é verdadeiramente assombroso! The Hardest Part Of Letting Go… Sealed With A Kiss (mantendo a velha tradição de um titulo com reticências) é a balada (ou semi-balada) do álbum e também ela a recordar os momentos áureos do Thrash Metal, lá por volta dos anos 80. Trata-se de um momento de pura sensibilidade e muito bem criado estranhamente circundado por um rodopio quase ciclónico de riffs desenfreados. Curiosamente, a partir desta balada, o ritmo abranda até ao final mas acentua-se o peso que chega a atingir proporções claustrofóbicas. Apesar de ser um álbum que agrada fica sempre a sensação que o colectivo fica muito aquém do que já fez, mas mesmo assim um dos melhores álbuns de Megadeth e até do ano de 2009 que está quase no fim!
Nota: 9,8/10
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Chickenfoot-Chickenfoot

Mais um álbum que marcou 2009, desta vez no mundo do Hardrock, por isso não podia deixar passar o ano sem fazer uma review deste magnífico trabalho.
Chickenfoot (pés de galinha) é o termo que define uma banda de “Super-músicos”. A banda é formada pelo vocalista Sammy Hagar (ex-Van Halen e Montrose), o baixista Michaek Anthony (também ex-Van Halen), o guitarrista Joe Satriani e o baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers).
A alcunha “super-banda” assenta como uma luva em Chickenfoot, tanto pelos nomes envolvidos quanto pela imensa expectativa que o grupo gerou, afinal estamos a falar de quatro senhores da história do rock. Este CD girou vezes sem conta na minha aparelhagem e esmiucei bem as onze faixas de Chickenfoot, que trazem uma mistura de Hardrock californiano com AOR, um som maduro e muito bem construído, e sem tantos detalhes instrumentais como seria de se supor.
O disco abre lá em cima, com a ensolarada "Avenida Resolution", repleta de groove e alto astral, além de um bom solo de Satriani.
A faixa seguinte, "Soap on a Rope", traz um bom riff e um pouco de funk para o inicio, fazendo lembrar, e muito, o que Sammy fazia nos seus velhos tempos de Van Halen, o que, para mim, é motivo de alegria. Satriani voa tranquilo na sua guitarra e dá um “tempero” extra à composição. Destaque também para Michael Anthony e Chad Smith nesta faixa, segurando a estrutura da canção de maneira exemplar. Há que mencionar também o interessante timbre utilizado por Joe Satriani no solo de "Soap on a Rope", muito agradável, enquanto o solo propriamente dito é curto e certeiro, inserindo-se perfeitamente na canção.
A seguir vem uma das melhores faixas do CD. "Sexy Little Thing" é uma malha de Hardrock fenomenal, com óptimas linhas vocais de Sammy Hagar, alternadas com riffs de Satriani, tudo embalado numa faixa que desafia qualquer um a ficar estupefacto com tal monstruosidad. O refrão desta faixa também é sensacional, um dos melhores do disco.
O nivel mantém-se lá em cima com a faixa seguinte, que foi justamente o primeiro single revelado pelos Chickenfoot. "Oh Yeah" é uma grande malha repleta de groove, cantada com extrema classe e competência por Sammy Hagar e com um refrão para lá de brilhante, daqueles que uma pessoa fica a espera para cantar nos concertos. Grande faixa, uma das melhores do disco!
O Hardrock bate mesmo lá em cima em "Get it Up", uma das faixas mais pesadas, com um andamento mais mexido e muito interessante. "Down the Train", menos “forte” e com uma estrutura mais solta feita à medida para Joe Satriani alçar vôos infinitos, deve ser um dos grandes destaques nos concertos. "My Kinda Girl" é outra com a energia lá em cima e um refrão muito porreiro. Destaque para os backing vocals de Michael Anthony.
A balada "Learning to Fall" mostra bem a veia AOR dos Chickenfoot, e, pessoalmente, não me agradou muito, pois achei que a música tem um refrão muito “lamechas”. Mesmo assim, merecem atenção os backings de Anthony, mais uma vez muito bons, assim como Sammy, que mostra o porquê de ser considerado, por muitos, uma das grandes vozes do Hardrock.
"Turnin´ Left" é a minha favorita. Ao princípio parece uma faixa saída de um álbum solo de Satriani, e logo de seguida óptimas linhas vocais onde Hagar canta acompanhado por Anthony, enquanto Joe executa uma base que é puro groove. Muito boa, uma faixa empolgante, com certeza uma das melhores do disco, para mim a melhor. Meta o volume no máximo e prepare-se para curtir à brava!
Fechando o álbum temos a contemplativa "Future in the Past", essa sim uma grande balada, que, ao contrário de "Learning to Fall", não apela para melodias fáceis e populares, alternando-se entre os vocais muito bem encaixados por Sammy e uma base repleta de malícia de Satriani, fechando o disco em grande estilo.
Concluindo, esta estreia dos Chickenfoot mostra-se muito acima da média de outros álbuns de estreia, e é muito bem vinda no cenário actual da música, principalmente no Hardrock. Sammy Hagar mostra que ainda é um cantor fenomenal; Joe Satriani demonstra que pode sim, e deve, fazer parte de uma banda, onde o seu talento único na guitarra conspira a favor das composições e não em inúteis exercícios que só agradam o próprio umbigo; Michael Anthony, discreto mas seguro, demonstra que não é preciso reinventar a roda para se destacar em seu instrumento, ainda mais acompanhando figuras tão cheias de brilho próprio como Hagar e Satriani; e Chad Smith demonstra, de uma vez por todas, que é um grande baterista, tocando de uma maneira totalmente diferente da que faz nos Red Hot Chili Peppers.
Nota: 10/10
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Re: Album Reviews
ENDGAME! 


Painkiller- Guitar Hero
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Re: Album Reviews
Olha, eu que até nem pensava ouvir ChickenFoot, deste-me vontade
Nice review 

Convidad- Convidado
Re: Album Reviews
Acho a nota do Endgame exagerada .
O album tá bom mas Megadeth já fez muito melhor , no maximo dava um 8. 6
O album tá bom mas Megadeth já fez muito melhor , no maximo dava um 8. 6

Maggot- Guitar Hero
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Re: Album Reviews
nova review feita por mim que também podem ver no meu blog também!
Amorphis-Skyforger
“Skyforger” é o 9º álbum da banda mítica finlandesa que já conheceu diversos estados de espírito e de composição ao longo da sua carreira. Com a entrada de Tomi Joutsen em 2005 a banda iniciou um novo ciclo que vai do álbum “Eclipse” até ao “Skyforger” (pelo menos até agora) que é sem dúvida o melhor ciclo da banda.
Daqui advém aspectos positivos e negativos. Pelo lado positivo destaca-se a coesão e fluidez de uma máquina bem oleada e bem programada. Pelo oposto, o que mais se salienta é a repetição de algumas fórmulas que vêm sendo exploradas desde “Eclipse”.
Este “Skyforger” apresenta todas as virtudes dos dois antecessores: uma grande colecção de grandes riffs de guitarra, o típico ambiente folk que a banda nos habituou desde “Eclipse” e mais… este novo álbum tem mais uma qualidade acrescida… refrões inesquecíveis que ficam na memoria de qualquer um, como o refrão da “Sampo”.
Mas não é tudo… Tomi Joutse também está bastante bem, a visitar diversos registos vocais mas sempre competentíssimo em qualquer um deles.
O problema (no meu ver) surge na eventual saturação que pode surgir a quem já acompanha os Amorphis desde “Eclipse” pois uma pessoa fica com a nítida sensação que tudo que está em “Skyforger” já fora feito nos sues antecessores “Eclipse” e “Silent Waters”. Eventualmente “From The Heaven Of My Heart“ aproxima-se de “Am Universum”, e “Majestic Beast” assume-se como um dos momentos mais extremos da banda dos últimos anos sem nunca esquecer a vertente técnica/melodia, característica que volta a estar em destaque num trabalho equilibrado e competente e que não desiludirá os fãs da banda.
Mesmo assim este álbum é sem dúvidas dos melhores de Amorphis e certamente dos melhores do ano de 2009.
Nota: 8/10
VER AQUI!
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Amorphis-Skyforger
“Skyforger” é o 9º álbum da banda mítica finlandesa que já conheceu diversos estados de espírito e de composição ao longo da sua carreira. Com a entrada de Tomi Joutsen em 2005 a banda iniciou um novo ciclo que vai do álbum “Eclipse” até ao “Skyforger” (pelo menos até agora) que é sem dúvida o melhor ciclo da banda.
Daqui advém aspectos positivos e negativos. Pelo lado positivo destaca-se a coesão e fluidez de uma máquina bem oleada e bem programada. Pelo oposto, o que mais se salienta é a repetição de algumas fórmulas que vêm sendo exploradas desde “Eclipse”.
Este “Skyforger” apresenta todas as virtudes dos dois antecessores: uma grande colecção de grandes riffs de guitarra, o típico ambiente folk que a banda nos habituou desde “Eclipse” e mais… este novo álbum tem mais uma qualidade acrescida… refrões inesquecíveis que ficam na memoria de qualquer um, como o refrão da “Sampo”.
Mas não é tudo… Tomi Joutse também está bastante bem, a visitar diversos registos vocais mas sempre competentíssimo em qualquer um deles.
O problema (no meu ver) surge na eventual saturação que pode surgir a quem já acompanha os Amorphis desde “Eclipse” pois uma pessoa fica com a nítida sensação que tudo que está em “Skyforger” já fora feito nos sues antecessores “Eclipse” e “Silent Waters”. Eventualmente “From The Heaven Of My Heart“ aproxima-se de “Am Universum”, e “Majestic Beast” assume-se como um dos momentos mais extremos da banda dos últimos anos sem nunca esquecer a vertente técnica/melodia, característica que volta a estar em destaque num trabalho equilibrado e competente e que não desiludirá os fãs da banda.
Mesmo assim este álbum é sem dúvidas dos melhores de Amorphis e certamente dos melhores do ano de 2009.
Nota: 8/10
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Re: Album Reviews
Boa Review , vou agora ouvir esse album .
Continua
Continua


Maggot- Guitar Hero
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Re: Album Reviews
Ja tive a ouvir e tem lá grandes musicas , fui logo ouvir a Sampo como tinhas destacado ai na review e gostei bastante ,o final tá muito bom.
Só acho é que o vocalista podia utilizar mais os guturais , dava outra energia á musica.
Só acho é que o vocalista podia utilizar mais os guturais , dava outra energia á musica.

Maggot- Guitar Hero
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Re: Album Reviews
outra que gostei bastante mas nao referi na review foi da Skyforger
quanto a voz...eles tem melhorado bastante desde que entrou este vocalista...esperemos que continuem assim sempre a crescer
mas o vocalista tambem nao e nada de extraordinário mas portou se bem no meu ver
quanto a voz...eles tem melhorado bastante desde que entrou este vocalista...esperemos que continuem assim sempre a crescer
mas o vocalista tambem nao e nada de extraordinário mas portou se bem no meu verÚltima edição por Duarte_Costa em Dom Jan 24 2010, 22:35, editado 1 vez(es)
Re: Album Reviews
Sim portou-se bem , tem uma boa voz , é pena é nao utilizar assim tanto os guturais .

Maggot- Guitar Hero
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Re: Album Reviews
nova review feita por mim que também podem ver no meu blog também!
Blues For Dangerous Miles-Miss Lava
Desta vez temos uma review de um álbum de uma banda Portuguesa, “Blues For Dangerous Miles” é o nome do 1º álbum dos Miss Lava.
Os Miss Lava já deixaram boas indicações com o seu EP lançado em 2008 e este primeiro álbum não só veio confirmar como veio ultrapassar essas boas indicações da sua EP.
Em “Blues For Dangerous Miles” a banda natural de Lisboa volta a mostrar o seu puro Rock N’ Roll cheio de sentimentos stoner e algum doom. Um som muito poderoso com um baixo omnipresente, riffs repletos de força e melodia, batida forte e versátil e vocalizações quentes são as principais características deste álbum, pincelado pelo psicadelismo dos anos 70, sendo que os solos com efeito Wah-wah são o mais fiel elemento representativo desse estrato.
“Blues For The Dangerous Miles” espalha lava e bombas piriclásticas para todo o lado, deixando, no fim da sua audição, a sensação de termos estado, realmente, em pleno cone vulcânico.
Este quarteto mostra, então, que está preparado para conquistar o mundo com este álbum, onde nenhum tema é descartável ou está lá só porque o álbum tem de “crescer mais uns minutitos”.
Nota: 8.5/10
VER AQUI!
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Blues For Dangerous Miles-Miss Lava
Desta vez temos uma review de um álbum de uma banda Portuguesa, “Blues For Dangerous Miles” é o nome do 1º álbum dos Miss Lava.
Os Miss Lava já deixaram boas indicações com o seu EP lançado em 2008 e este primeiro álbum não só veio confirmar como veio ultrapassar essas boas indicações da sua EP.
Em “Blues For Dangerous Miles” a banda natural de Lisboa volta a mostrar o seu puro Rock N’ Roll cheio de sentimentos stoner e algum doom. Um som muito poderoso com um baixo omnipresente, riffs repletos de força e melodia, batida forte e versátil e vocalizações quentes são as principais características deste álbum, pincelado pelo psicadelismo dos anos 70, sendo que os solos com efeito Wah-wah são o mais fiel elemento representativo desse estrato.
“Blues For The Dangerous Miles” espalha lava e bombas piriclásticas para todo o lado, deixando, no fim da sua audição, a sensação de termos estado, realmente, em pleno cone vulcânico.
Este quarteto mostra, então, que está preparado para conquistar o mundo com este álbum, onde nenhum tema é descartável ou está lá só porque o álbum tem de “crescer mais uns minutitos”.
Nota: 8.5/10
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Re: Album Reviews

Genero: Metalcore
Som: Grandes gutiarradas recomendo vivamente a qualquer fan da banda ou do estilo, os guirristas a meu ver evoluiram muito desde de 2005 onde tiveram o se primeiro album com algum sucesso, cada vez num estilo mais Melodico, com mais solos que qualquer um dos albuns anteriores, mas sempre com os vocais guturais e com o classico picking caracteristico do estilo.
Letras: Ainda não há acesso as letras porque o album ainda nao saiu oficialmente, foi "roubado" e ja está na net, mas pelo que ouvi parecem me porreiras, como sempre foram em AILD por isso ai nao ha razões para queixa.
Impressão: Desde que comecei a ler que ia sair o album, tinha esperança que viesse ai um album grandiozo... e não me desiludiram. Até agora para mim está a ser claramente um dos albuns do ano, quando tiver opurtunidade vou comprar o album, muito bom.
Lançamento: 11 Maio de 2010
Nota: 9/10

Convidad- Convidado
Re: Album Reviews
Nao sabia que já andava ai!
Vou já " compra-lo"
Vou já " compra-lo"

Maggot- Guitar Hero
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